ULTRASSONOGRAFIA DOS GLOBOS OCULARES
Exame realizado em modo bidimensional, com equipamento digital, transdutor linear, nas frequências de 6,5 a 10 MHz.
ÓRBITA DIREITA:
Globo ocular com forma, ecogenicidade e mobilidade preservadas.
Câmara anterior de de aspecto usual.
Cristalino de espessura e ecogenicidade normais.
Câmara vítrea de conteúdo anecóico homogêneo.
Complexo coróide-retina não apresenta sinais de deslocamento.
O nervo óptico mede #### cm.
Músculos (reto-medial e reto-lateral) e gordura retrobulbar de morfologia e ecotextura preservadas.
Não se evidenciou efeitos de massas retrobulbares.
ÓRBITA ESQUERDA:
Globo ocular com forma, ecogenicidade e mobilidade preservadas.
Câmara anterior de de aspecto usual.
Cristalino de espessura e ecogenicidade normais.
Câmara vítrea de conteúdo anecóico homogêneo.
Complexo coróide-retina não apresenta sinais de deslocamento.
O nervo óptico mede #### cm.
Músculos (reto-medial e reto-lateral) e gordura retrobulbar de morfologia e ecotextura preservadas.
Não se evidenciou efeitos de massas retrobulbares.
Conclusão:
Ultrassonografia de órbita dentro dos padrões da normalidade.
Exames relacionados:
Pré-laudos alterados mais usados:
- Hemorragia vítrea.
Vítreo anecóico, onde se observam pequenas e discretas membranas ecogênicas móveis em seu interior sugestivas de hemorragia vítrea.
*LORENTE RAMOS et al. Radiographics 2012.
- Descolamento Vítreo.
Presença de coleção líquida de conteúdo dendo posterior à membrana vítreaa, de naturaza hemática de consistência plástica e móvel durante as manobras dinâmicas do olho, sem a evidência de um vertice nem qualquer outro achado que levante a suspeita de descolamento de retina.
*https://coreem.net/core/ocular-ultrasound/
- Descolamento de retina não recente.
Identifica-se membranas ecogênicas rígidas no anterior no humor vítreo, associado a pequenas debrís ecogênicos móveis no seu anterior sugestivas a descolamento de retina não ressente.
*LORENTE RAMOS et al. Radiographics 2012.
- Descolamento de retina.
Observa-se descolamento de parede posterior do globo ocular, aderida por vértice único ao nível do nervo óptico, caracterizada por descolamento de retina, com presença de hemorragia sub-hialoidea associada.
*LORENTE RAMOS et al. Radiographics 2012.
- Descolamento de coróide .
Identifica-se na parede lateral do globo ocular, a presença efusão coroidal determinando a formação de membrana rígida de aspecto lentiforme medindo 0,9 x 0,4 cm, sem comprometimento do vértice do nervo óptico. Sugere-se correlação oftalmológica devendo ser considerada a possibilidade de descolamento de coróide, hematoma de coróide/subretiniano, retinocoroidite ou mais remotamente a nevo/melanoma de coróide.
*LORENTE RAMOS et al. Radiographics 2012.
- Descolamento de hialóide.
Observa-se descolamento de parede posterior do globo ocular, sem aderência por vértice único ao nível do nervo óptico, caracterizando descolamento de hialóide.
*LORENTE RAMOS et al. Radiographics 2012.
- Phtisis Bulbi.
O olho ######## ( direito / esquerdo) apresenta diminuição de volume com presença de imagens hiperecoicas de permeio, limitando a avaliação do nervo óptico, relacionado a injúria traumática prévia.
*LORENTE RAMOS et al. Radiographics 2012.
- Melanoma coroidal.
Observa-se área de pequena escavação na parede posterior da coróide, associada a presença de lesão hipoecóica de aspecto lentiforme, medindo @@x @@ cm, com fluxo vascular presente ao estudo Doppler, relacionável a melanoma de coróide como primeiro diagnóstico diferencial.
*LORENTE RAMOS et al. Radiographics 2012.
https://www.slideshare.net/FernandaHiebraGonalv/ultrassom-do-olho